SITAWI abre nova rodada de empréstimo coletivo voltada a negócios de impacto positivo na Amazônia

A SITAWI Finanças do Bem abre nesta quinta-feira (12) uma nova rodada da Plataforma de Empréstimo Coletivo SITAWI e, desta vez, negócios de impacto socioambiental positivo na Floresta Amazônica receberão investimento. Esta é a segunda captação realizada na Plataforma, que concluiu sua primeira rodada com sucesso em 2019. 

Cinco negócios participam desta vez: COEX Carajás, cooperativa de Parauapebas (PA) que tem como missão gerar renda e recuperar florestas pela extração e comercialização de produtos florestais; Na’kau, de Manaus (AM), que produz chocolate a partir da produção sustentável de cacau por comunidades ribeirinhas agroextrativistas; OKA, de Ananindeua (PA), que produz sucos com frutas nativas da Amazônia para os mercados nacional e internacional de forma sustentável e em escala industrial; Pratika Engenharia, de Manaus (AM), que vende e instala painéis solares a valores acessíveis para comunidades quilombolas isoladas da Calha Norte do Estado do Pará, como alternativa a geradores a diesel; e Tucum Brasil, com sede no Rio de Janeiro (RJ) e atuação nacional ao promover a arte das populações indígenas e tradicionais do país, gerando valorização cultural e renda para suas comunidades. Juntos, os cinco negócios contribuem para 9 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

A plataforma de empréstimo coletivo é uma iniciativa da SITAWI e do Instituto Sabin. A rodada amazônica acontece no contexto da PPA (Plataforma Parceiros pela Amazônia) e tem como parceiros estratégicos e financiadores a USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional), o CIAT (Centro Internacional de Agricultura Tropical), o Instituto Humanize, e como parceiro de execução o Idesam (Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia).

Oportunidades para o investidor e para o empreendedor 

Por meio da Plataforma de Empréstimo Coletivo SITAWI, qualquer pessoa pode investir a partir de R$ 1 mil em um ou mais dos cinco negócios de impacto positivo na Amazônia que participam da rodada. Ela funciona por peer-to-peer lending, modalidade em que uma pessoa empresta dinheiro diretamente para outra pessoa ou empresa de forma digital. 

A plataforma proporciona — além do impacto positivo, alinhado à causa de conservação das florestas e valores dos investidores — uma rentabilidade equivalente a 12% ao ano, ou 289% do CDI (considerando a taxa em 5 de março de 2020), taxa atrativa especialmente em tempos de juros baixos.

A rodada vai contribuir para mobilizar R$ 3,2 milhões, dos quais aproximadamente 30% serão captados de pessoas físicas que querem apoiar a conservação da floresta e ter retorno financeiro. Junto com as pessoas físicas, participam da rodada os chamados investidores âncora, que atuam para reduzir os riscos e atrair investidores de mercado. Além da própria SITAWI, são investidores âncora na nova rodada o Instituto Humanize, a USAID, o Fundo Vale, o FIIMP (Fundações e Institutos de Impacto) e o Grupo Rede Amazônica, sendo os quatro primeiros por meio da PPA

Ao mesmo tempo, a Plataforma é uma opção vantajosa para o empreendedor, que encontra condições melhores de juros em relação ao que conseguiria no mercado. Os empreendedores também recebem apoio técnico e consultoria da SITAWI e parceiros durante toda jornada.

De acordo com a Pipe Social, em seu estudo Mapa do Impacto 2019, 80% dos negócios de impacto socioambiental positivo no Brasil estão buscando investimentos. Desses, metade estão captando aportes entre R$ 100 mil e R$ 1 milhão, faixa de financiamento mais escassa do mercado. “A nossa solução de financiamento atende a esse perfil de empreendedor, que tem pouco acesso a fundos de investimentos e a crédito bancário barato, mas que criou um negócio que gera impacto”, explica Andrea Resende, Gerente de Finanças Sociais da SITAWI

Como investir

A plataforma está disponível em www.emprestimocoletivo.net. Os interessados podem visualizar o perfil, o impacto e as projeções financeiras dos negócios. Para participar, o investidor deve realizar um cadastro digital e fornecer informações tipicamente solicitadas por plataformas de investimento, assim como responder a um questionário sobre seu perfil de investidor. Depois de escolher os negócios apoiados, a pessoa faz a reserva de investimento e, para confirmar, deve realizar uma TED. Após a conclusão da captação, são emitidos os contratos de empréstimo entre as partes e enviados para cada investidor os títulos de CDBV (Certificado de Depósito Bancário Vinculado), que são emitidos para comprovar o investimento. 

Em até 24 meses, os investidores terão recebido todo o dinheiro emprestado de volta, com acréscimo dos juros. Toda a operação é realizada em parceria com a CapRate, intermediada pelo Banco Topázio e com apoio do escritório TozziniFreire Advogados e da consultoria e agência de comunicação para negócios de impacto social Oficina de Impacto. Ao longo do contrato, os investidores recebem informações atualizadas, como o monitoramento e um relatório do impacto socioambiental dos negócios investidos, suas finanças e negócios. 

Conservação da Floresta Amazônica

A Amazônia é a maior floresta tropical do planeta, e é também um repositório de serviços ecológicos para os povos indígenas, comunidades e todo o mundo. Ela tem papel fundamental na regulação do clima global, e funciona como estoque de carbono. A transpiração das folhas das árvores para liberar o excesso de água captada pelas raízes é fundamental para o regime de chuvas no Centro-Oeste, Sul e Sudeste do Brasil, num fenômeno conhecido como ‘rios voadores’. 

Entretanto, dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em janeiro de 2020 apontam que o desmatamento na floresta cresceu 183% em dezembro de 2019, em comparação ao mesmo mês em 2018. Ainda segundo o Instituto, entre agosto de 2018 e julho de 2019, houve um crescimento de 29,5% comparado ao ano anterior. É o maior crescimento percentual em 20 anos. Essa devastação reduz a biodiversidade, e a queima das árvores libera carbono na atmosfera, ampliando o aquecimento global. E tudo isso afeta diretamente os povos amazônicos, que sobrevivem a partir do uso sustentável dos recursos naturais. 

Investir em negócios que valorizam a economia da floresta — gerando conservação da biodiversidade, renda para suas comunidades e preservando a cultura local — é uma forma de contribuir para a conservação da Floresta Amazônica e para uma mudança no modelo de desenvolvimento da região. Os cinco negócios de impacto que participam da rodada amazônica da SITAWI caminham nessa direção. Eles fazem parte de uma rede de empreendedorismo socioambiental que já é realidade na Amazônia, mas que carece de investimento e apoio para consolidarem sua atuação. 

“Com a Plataforma de Empréstimo Coletivo, apoiamos essa nova geração de organizações de impacto na Amazônia, dando visibilidade ao movimento e permitindo que investidores de todo o país possam contribuir de forma ativa na proteção dos recursos naturais de umas regiões mais ricas e importantes do planeta”, afirma Andrea. 

SITAWI e investimento de impacto na Amazônia

Essa rodada de captação focada em negócios amazônicos é fruto da experiência da SITAWI com a implementação de soluções financeiras para negócios de impacto em todo o Brasil e de projetos de desenvolvimento social, ambiental e econômico na Amazônia.

Desde 2017, a SITAWI coordena o Programa Território Médio Juruá, que se desenvolve no município de Carauari, no estado do Amazonas, junto a 64 comunidades distribuídas ao longo do rio Juruá e na reserva extrativista Médio Juruá e reserva de desenvolvimento sustentável Uacari. Com a participação de empresas locais, ONGs e corporações reunidas no Fórum do Território do Médio Juruá, o Programa tem como objetivo a conservação da biodiversidade, por meio da implementação de um plano de desenvolvimento territorial para a região.

A SITAWI também é responsável pelo estudo Investimento de Impacto na Amazônia: caminhos para o desenvolvimento sustentável, lançado em 2018 no 1º Fórum de Investimentos de Impacto e Negócios Sustentáveis na Amazônia (FIINSA). O material aponta a necessidade de criar e introduzir novas soluções baseadas em modelos de negócios inovadores na Amazônia, destacando desafios e oportunidades para o investimento em negócios com propósito na região.

Contexto da PPA

Em 2019, a SITAWI passou a fazer parte da Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA), uma plataforma de ação coletiva, liderada pelo setor privado, que busca a construção de soluções inovadoras, tangíveis e práticas para o desenvolvimento sustentável, conservação da biodiversidade, florestas e recursos naturais da Amazônia. Uma de suas iniciativas é o Programa de Aceleração da PPA, que seleciona organizações por meio de chamadas anuais. A última chamada recebeu 201 inscrições e selecionou 15 negócios para serem acelerados em 2020.

Em dezembro de 2019, o Programa levantou R$ 4,8 milhões em investimentos em uma rodada de negócios entre investidores e startups. Dos 15 selecionados pelo Programa, cinco integram a segunda rodada de empréstimo coletivo da SITAWI.

“Ficamos muito felizes em ter a SITAWI como parceira e investidora, implementando a rodada de empréstimo coletivo para a Chamada de Negócios da PPA em 2020. Isso traz uma diversidade de investidores que, mais do que aportar recursos, irão disseminar o quão viáveis e atraentes podem ser os negócios de impacto na Amazônia”, avalia Mariano Cenamo, coordenador do Programa de Aceleração da PPA e diretor de novos negócios do Idesam.

Veja mais sobre os negócios que participam dessa rodada?

COEX Carajás

Jovenilio Souza Cardoso, cooperado da COEX Carajás, retirando folhas de jaborandi (foto: Grupo Centroflora)

Criada em 2011, a Cooperativa dos Extrativistas da Floresta Nacional de Carajás (COEX Carajás) tem como missão gerar renda para população local por meio do extrativismo dentro da reserva. A principal atividade da COEX Carajás é a extração das folhas do jaborandi, que é matéria-prima para a formulação de produtos cosméticos e farmacêuticos, como colírio para doenças oculares e glaucoma. As folhas de jaborandi são retiradas com fins comerciais desde a década de 1980, mas foi apenas com o trabalho da cooperativa que o valor passou a ser vantajoso para os extrativistas: atualmente o quilo é vendido por 16 reais. Todos os cooperados recebem treinamento para que a extração do jaborandi seja sustentável e com as técnicas adequadas, garantindo sua conservação. A COEX Carajás conta hoje com 39 cooperados, e os 34 que atuam na retirada de folhas do jaborandi passam os meses de junho a dezembro dentro da floresta, se deslocando a pé entre os pontos de extração e acampando durante a noite. Nesse período, saem da floresta em curtos períodos para descansar e para levar as sacas de folhas, que podem pesar até 40 quilos, até caminhonetes que realizam o restante do percurso. A cooperativa também comercializa sementes nativas para reflorestamento de outras espécies diversas, tendo como clientes projetos de mineração que atuam na região. A atividade da COEX Carajás já auxiliou na recuperação de mais de mil hectares de floresta no Brasil.

Sede: Parauapebas, PA
Ano de fundação: 2011
Presidente do biênio 2019/2020: Ana Paula Ferreira Nascimento, 25 anos e única mulher da cooperativa
Quanto está captando: R$ 413.414, sendo R$ 160.594 pela plataforma de Empréstimo Coletivo SITAWI
Como pretende utilizar o investimento: o investimento será utilizado para ampliar a frente de coleta e venda de sementes nativas para reflorestamento, aumentando e melhorando a qualidade do estoque, capacitando os cooperados com técnicas específicas para a retirada de diferentes tipos de semente, e adquirindo novos veículos para transporte.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: 

Na’kau

Dinorath Figueiredo, produtora de cacau cuja foto e história estão impressas nas embalagens do chocolate Na’kau (foto: divulgação) 

A Na’kau foi criada em 2003 e tem como principal produto o Chocolate Na’kau, produzido desde 2017 com cacau amazônico comprado de comunidades ribeirinhas agroextrativistas. Nasceu a partir da preocupação em conservar a floresta amazônica por meio do fornecimento de alimentos éticos e íntegros, incluindo os povos amazônicos. Hoje trabalha com 30 famílias de produtores de cacau, comprando cerca de 600 quilos do fruto de cada uma ao mês. A renda gerada é suficiente para que o cacau seja a única fonte econômica de muitas delas, evitando que recorram a atividades que prejudiquem a floresta. Além de valorizar os produtores com uma remuneração justa, a Na’kau carrega em seus produtos seu legado, trazendo em suas embalagens  histórias e fotografias dos integrantes das comunidades. Os produtores estão localizados nos rios Madeira e Amazonas, sendo uma unidade de conservação e um assentamento da reforma agrária, nos municípios de Manicoré, Nova Olinda, Novo Aripuanã, Borba, Boa Vista do Ramos e Maués. Atualmente, o chocolate Na’kau é comercializado em 180 pontos de venda em nove estados do Brasil, sendo 70 na capital amazonense, e também é exportado para países como Estados Unidos, Japão, Alemanha, Portugal e Suíça. 

Sede: Manaus, AM
Ano de fundação: 2003
Fundador: Artur Coimbra, 37 anos
Quanto está captando: R$ 1.896.458, sendo R$ 255.766 pela plataforma de Empréstimo Coletivo SITAWI
Como pretende utilizar o investimento:  o investimento será utilizado para ampliar a frente de vendas, incluindo capital de giro para comprar mais cacau dos produtores, contratação de novos funcionários, melhoria do marketing e aquisição de mais maquinário.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: 

OKA Juice

Sucos de cupuaçu, acerola e taperebá feitos pela OKA (foto: divulgação)

A OKA Juice é uma empresa fundada em 2018, que tem como missão ser referência nacional e internacional na produção de alimentos associados à conservação da Floresta Amazônica. Nasceu como opção de escala industrial para oferta de sucos prontos com frutas nativas da Amazônia, como açaí, cupuaçu, taperebá e bacuri, que normalmente são vendidas para o Brasil e para o mundo em forma de polpa. Todo o ciclo produtivo é pensado de forma sustentável para que gere o mínimo de lixo e impactos negativos ambientais. Além dessa produção, a empresa tem como objetivo atender a cadeia de uma ponta a outra, desde a produção dos insumos, capacitação dos fornecedores, recuperação de área florestal, utilização de fornecedores de garrafas e rótulos da região até a logística reversa das embalagens. As garrafas de plástico recolhidas após o uso são transformadas em tubetes de mudas de árvores frutíferas, que são doadas e plantadas para reflorestamento e criação de sistemas agroflorestais. Hoje a OKA está em 70 pontos de venda em Belém e Ananindeua.

Sede: Ananindeua, PA
Ano de fundação: 2018
Sócios: Bruno Moraes (cofundador), 40 anos; Paulo Roberto Araujo Junior (cofundador), 33 anos; e José Bonifácio Sena, 34 anos
Quanto está captando: R$ 160.819, sendo R$ 67.440 pela plataforma de Empréstimo Coletivo SITAWI
Como pretende utilizar o investimento:  o investimento será utilizado para  expansão comercial, proporcionando a entrada dos sucos em grandes redes de supermercado de Belém, capital de giro para aumentar a compra de matéria-prima e também para adquirir novos equipamentos.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: 

Pratika Engenharia

Painel solar da Pratika sendo transportado em uma embarcação de pequeno porte (lancha) (foto: divulgação)

Fundada em 2018, a Pratika Engenharia é uma empresa que tem como missão prover acesso à energia elétrica limpa para comunidades isoladas no Brasil. A Pratika fornece e instala, a preços acessíveis, kits para a obtenção de energia solar para comunidades quilombolas isoladas da Calha Norte do Estado do Pará, como Oriximiná, Terra Santa e Santarém. Os kits variam conforme a necessidade de cada cliente e possibilitam a instalação de equipamentos como televisão e geladeira, que ainda são raros nessas regiões. Dessa forma, a organização promove impacto social positivo, proporcionando mais qualidade de vida a populações carentes que habitam locais de muito difícil acesso. Ao mesmo tempo, reduz externalidades ambientais negativas ao substituir geradores a diesel por fontes de energia limpa.

Sede: Manaus, AM
Ano de fundação: 2018
Fundadores: Adriano Santos Pantoja Lima, 29 anos, e Geovani Cordeiro dos Santos, 28 anos
Quanto está captando: R$ 413.105, sendo R$ 321.413 pela plataforma de Empréstimo Coletivo SITAWI
Como pretende utilizar o investimento:  o investimento será utilizado para aumentar o estoque – já que alguns dos materiais são trazidos de outros estados, e essa logística costuma demorar – e para melhorar o transporte de barco do kits até as comunidades.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: 

Tucum 

A modelo indígena Ngrejkampyre Kayapó com um colar Kayapó, vendido pela Tucum (foto: Paulo Velozo/Associação Floresta Protegida)

Fundada em 2012, a Tucum tem como missão valorizar e promover a arte das populações indígenas e tradicionais do Brasil, gerando renda para suas comunidades. A organização faz isso por meio de parcerias comerciais com associações, cooperativas, grupos produtores ou artistas, comprando artesanato indígena e revendendo por meio de seu site e lojas físicas parceiras. O trabalho é pautado pela ética, legalidade, sustentabilidade, respeito às realidades locais e relações economicamente equilibradas. O desenvolvimento da cadeia produtiva do artesanato promove geração de renda de modo sustentável, valorização da cultura, empoderamento de mulheres e circulação pelo território, sendo um contraponto ao envolvimento com atividades em garimpo e madeira. A Tucum é reconhecida pelo selo Origens Brasil e atualmente trabalha com 2.500 artesãos em 31 terras indígenas e/ou áreas protegidas, representando 54 etnias.

Sede: Rio de Janeiro, RJ
Ano de fundação: 2012
Fundadores: Amanda Santana, 37 anos; Fernando Niemeyer, 36 anos; e Thiago Vedova, 37 anos
Quanto está captando: R$ 371.472, sendo R$ 129.216 pela plataforma de Empréstimo Coletivo SITAWI
Como pretende utilizar o investimento:  o investimento será utilizado para transformar o site da Tucum em uma plataforma onde as próprias comunidades indígenas podem gerenciar suas vendas e se relacionar diretamente com os compradores, o que também envolve capacitar os artesãos para utilizá-la, criarem seus estoques e fazerem o empacotamento e envio das encomendas. Além disso, a Tucum vai melhorar a frente de marketing e utilizar parte do investimento como capital de giro para aumentar o estoque e comprar artesanato de mais povos e etnias.
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: 

Para mais informações, acesse: https://emprestimocoletivo.net/amazonia

*CDI em 05/03/2020

Texto: Oficina de Impacto